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Qui, Dez

Sem China, participação dos outros países do Brics na balança comercial é mínima

Os governos de Brasil e China se comprometem a facilitar e promover a cooperação, o diálogo e o comércio relativos a serviços de diversas áreas

Brasil
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Texto: InServer
Foto: Divulgação

O discurso das autoridades brasileiras durante a Cúpula do Brics nesta semana foram no sentido de fortalecimento do bloco e, principalmente, na ampliação da parceria com os chineses. O ministro Paulo Guedes (Economia) declarou inclusive que há negociações para 1 acordo de livre-comércio com a potência asiática.

Os acenos vão de encontro ao comportamento da balança comercial brasileira, muito dependente da parceria com o país asiático – principal parceiro comercial do Brasil – e pouco dependente do restante do bloco, que ainda tem Rússia, Índia e África do Sul.

Em 2019, por exemplo, a participação total desses 3 países foi irrelevante para o resultado comercial brasileiro até o momento. De janeiro a outubro, a balança comercial registrou superávit de US$ 344,9 bilhões, sendo que o saldo de comércio com esses países ficou deficitário em US$ 2,5 bilhões.

Países Saldo
Rússia -1,74
Índia -1,09
China 21,46
África do Sul 0,35
total 18,972
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